Confira a lista dos concludentes dos cursos científico e clássico em 1968

Você lembra quem eram os formandos  dos cursos científico e do clássico 1968?

A turma que completa neste ano, 2018, 50 anos de saída do Atheneu Sergipense está listado abaixo com nomes responsáveis por um marco na história dos movimentos estudantis em Sergipe, que foi a manifestação contra a Ditadura Militar com passeata e suspensão das aulas.

No reencontro dos Colegas do Atheneu que será realizado no próximo dia 01 de dezembro, eles estarão também reunidos para celebrar esses 50 anos, homenageando professores como Guadalupe e Rubens Sampaio (Rubinho) que moram respectivamente em Brasília e no Rio de Janeiro, presenças confirmadas no evento.

Tendo como lema a letra da música de Geraldo Vandré: “Quem sabe faz a hora não espera acontecer”, os ainda jovens, ex-alunos do Atheneu de 1968, recordarão com alegria as emoções daquele ano de transição do Atheneu para a Universidade e posteriormente, para o mundo.

Confira se seu nome está nessa lista, marque colegas e passe adiante. Vamos reunir o máximo possível de ex-colegas em nosso 20º Reencontro, dia 01 dezembro, às 17h no Iate Clube de Aracaju.

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Uma homenagem ao dia do professor

15 de Outubro dia do Professor!

Aos que nos ensinaram bem mais que o ABC e a Tabuada a nossa gratidão.
Aos que nos indicaram o caminho do saber, do respeito e da cidadania, a nossa gratidão.
Aos que nos mostraram esperança no futuro, nossa gratidão.
Aos que nos mostraram que o exemplo ensina mais que a palavra o nosso “muito obrigado”, não seríamos quem somos e não chegaríamos onde chegamos sem os vossos ensinamentos!

O nosso parabéns pelo dia do professor representado na foto que marcou nosso 19º reencontro em 2017. O encontro do ex-aluno do Atheneu, Otaviano Canuto com a professora Lucila Moraes.

Confira a lista dos concludentes do Curso Ginasial em 1968

Você lembra quem eram os formandos  do curso ginasial em 1968?

A turma que completa em 2019, 50 anos do ingresso no Curso Científico está listado abaixo em um arquivo recuperado e guardado pelo ex-aluno do Atheneu Sergipense, Lúcio José Sobral.

Em entrevista, ele conta como foi fazer parte de um colégio tão importante para educação em Sergipe. Confira:

Colegas do Atheneu: Como foi ser aluno do Atheneu Sergipense?

Lúcio Sobral: Foi um orgulho muito grande, pois estava no melhor Colégio do Estado, sempre era respeitado pela nossa farda.

CA: Quais as boas experiências que você ainda recorda dos anos no colégio?

LS: O respeito pelos professores e funcionários, e o zelo deles para conosco. Lembro-me bem de um pronunciamento do Prof. Leão, diretor na época, que disse “Quem não é aluno do Atheneu, já foi, ou tem vontade de ser”.

CA: Qual a importância e contribuição do Atheneu para sua formação profissional e pessoal?

LS: Foi muito grande, pois era um ensino de primeira, tínhamos os melhores professores e mesmo sem cursinho, estávamos aptos a enfrentar qualquer vestibular. No lado pessoal, me deu muitos ensinamentos, como respeito, limites e civismo.

CA: Qual o sentimento em participar dos reencontros e rever colegas e professores daquela época?

LS: Participar dos reencontros é muito emocionante. É reviver momentos felizes da nossa vida, rever amigos, colegas, professores e funcionários, escutar aquela sirene tocando novamente, realmente nos faz encher os olhos de lágrimas de tanta emoção.

Lúcio Sobral é ex-aluno do Colégio Atheneu, formado em Química Industrial pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), atualmente aposentado, reside na cidade de Salvador-BA. Os arquivos abaixo fazem do seu acervo pessoal, gentilmente cedido para esta publicação.

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CEMAS promove exposição comemorativa aos 148 anos do Atheneu Sergipense

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Parte do Acervo do Atheneu já organizado pelo Cemas – Durante o período de reforma do colégio, o Centro mantém suas atividades na escola estadual Leandro Maciel no bairro Ponto Novo.

No clima das comemorações que celebram os 148 anos do Atheneu, (24 de outubro), o Centro de Educação e Memória Atheneu Sergipense (CEMAS) inicia no próximo dia 22, em parceria com o Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe (IHGSE) uma exposição de peças, telas e documentos que fazem parte desses anos de história.

Segundo a diretora do CEMAS e coordenadora da exposição, professora Eva Siqueira, a ideia é dar a oportunidade de ex-alunos reverem as peças da sua época e dos atuais conhecerem um pouco da história.

“A gente quer proporcionar aos visitantes a experiência de conhecer melhor um pouco da história do colégio que é um marco na sociedade sergipana. Além de motivar a colaboração, através de doação de peças para o nosso acervo. Seja por ex-alunos ou mesmo por parentes que queiram contribuir espontaneamente doando fotos, textos, documentos ou livros que façam parte da história do Atheneu”, pontuou.

A exposição será montada na sede do IHGSE, na Rua Itabaianinha, 41, a partir do dia 22 de outubro até 22 de novembro, aberta ao público em geral das 8h30 às 11h30 e 14h às 17h. Escolas interessadas em agendar horário devem entrar em contato pelo (079) 98819-6369

 

O TECES do Atheneu foi o primeiro grupo estudantil de teatro em Sergipe

Fundado pelo professor Caetano Quaranta dentro do então, Colégio Estadual de Sergipe – nome dado antes de se tornar o Atheneu Sergipense, em 1961 o TECES “Teatro de Estudantes do Colégio Estadual de Sergipe” promovia a releitura de grandes peças do cenário nacional para a sociedade sergipana. Formado por estudantes, as encenações tinham como platéia, familiares e amigos dos alunos e era uma realização pessoal do professor que amante da arte do teatro, por ter vivido a experiência da atuação durante o período de estudos em Ouro Preto/MG trouxe a sétima arte para Sergipe.

O ex-aluno no período de 1960 a 1962, João Bosco Santana de Morais falou sobre a satisfação de ter feito parte do grupo teatral e conta com detalhes momentos da época.

“No segundo ano do científico, Caetano que era professor de química já falava dessa vontade de criar um grupo de teatro, mas não tinha achado ainda quem quisesse participar. Nós éramos uma turma já de 16, 17 anos e ele viu na gente uma galera boa pra montar o teatro. A primeira apresentação foi no dia dos estudantes, a peça escolhida foi “O auto da compadecida” de Ariano Suassuna. Já em maio, junho antes das férias a gente começou a ensaiar, para apresentar em 11 do agosto de 1961. Lembro que com essas peças a gente viajou pros interiores participando de outras apresentações e também participamos, em um Maceió de um festival que teve lá”, afirmou.

Em tom saudoso, Bosco fala das apresentações que eram abertas ao público, que pagavam para assistir, seus filhos, netos e amigos em releituras amadoras montadas com poucos recursos.

“Era muito bom participar, a gente não ganhava nada em dinheiro, mas nos divertíamos muito. Lembro que Caetano criou uma carteirinha para os alunos serem associados do TECES, cada um pagava um valor, simbólico que era o que nós estudantes pobres podíamos pagar e no dia das apresentações esses associados não pagavam o ingresso. Esse valor arrecadado a gente usava para manutenção das coisas do teatro mesmo”, lembra Bosco.

Fundador do primeiro grupo teatral estudantil de Sergipe, o professor Caetano fala da satisfação de ter dados aos estudantes uma experiência diferente. “Fundei o grupo e juntos nós apresentamos muitas peças como o Auto da compadecida de Ariano Suassuna, Minha Sogra é da Polícia, e muitas outras, lá eu era o fundador, o diretor, o maquiador e ainda atuava. Mas foi uma época maravilhosa das nossas vidas e mostrei pros meninos uma nova experiência que com certeza contribuiu muito para suas vidas”, conta entre risos.

Confira os registros guardados pelo ex-integrante do T.E.C.E.S e ex-aluno do Atheneu, João Bosco Santana de Morais, atualmente desembargador aposentado.

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20º Reencontro dos Colegas do Atheneu acontece no primeiro sábado de dezembro

Mantendo a tradição estabelecida já há 18 anos, os Colegas do Atheneu Sergipense promovem no próximo dia 01 de dezembro deste ano, a 20ª edição do seu reencontro, no Iate Clube Aracaju, a partir das 17h. É momento para recordar os tempos da escola e se emocionar com as lembranças e a visita ao passado!
Não fique de fora, participe dessa festa!! #Colegasdoatheneu#20ºreencontro

 

 

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Por Jorge Santana, “Autoridade e disciplina na escola: O Atheneu de Maria da Glória Monteiro”

Domingo, 4 de dezembro de 2011

Após concluir as quatro séries do ensino fundamental no Grupo Escolar Edézio Vieira de Melo, em Capela, desembarquei no Colégio Estadual Atheneu Sergipense em 1973 para cursar a 5ª série. Além do natural impacto da transição do curso primário para o ginasial, ainda mais em uma cidade algumas vezes maior do que a terra natal, deparei-me com um colégio que mais parecia escombro de uma guerra: sujo, banheiros quebrados, salas com carteiras danificadas, paredes (e até o teto) completamente riscados.

Dois anos depois, o Atheneu Sergipense foi fechado para reforma. Alguns alunos foram transferidos para o Colégio Tobias Barreto e outros, como eu, para o recém inaugurado Colégio 8 de Julho, onde hoje está instalada a Secretaria de Estado do Planejamento e Gestão. Em 1977 o Atheneu foi reaberto, completamente reformado, agora apenas com as três séries do ensino médio, mas sob nova direção, à frente a professora Maria da Glória Monteiro.

Primeiro dia de aula, alunos reunidos no auditório (hoje Teatro Atheneu), Maria da Glória deu seu recado, curto e grosso: a palavra de ordem seria, dali em diante, disciplina. Quem ousasse descumprir o regimento interno, receberia a devida punição.

Diariamente, com seu ar austero e de poucos amigos, a diretora percorria o colégio, entrava nas salas e, quando encontrava um risco na parede ou alguma carteira danificada, indagava sobre quem causou o dano. Se não aparecesse, a classe inteira era suspensa. Aluno fora da sala durante o horário de aula? Nenhum.

Mas o rigor disciplinar não atingiu apenas os alunos. Primeiro dia de aula, todos os professores em sala, interrompendo a tradição de irem aparecendo aos poucos, alguns um mês após o início do ano letivo. É bem verdade que algumas medidas eram desnecessárias, como a obrigatoriedade dos professores usarem gravata e algumas alunos, acho que da 3a Série, usarem a farda de gala com seu quente casaco de caqui.

O fato é que a rigorosa disciplina não nos fez mal algum, ao contrário, continuávamos os mesmos, com as mesmas alegrias e brincadeiras. A diferença foi que, aos poucos, começamos a nutrir um profundo orgulho por envergar aquela farda e dizer que estudávamos em um colégio organizado, com professores que cumpriam sua obrigação de ensinar, com laboratórios de ciências funcionando e a biblioteca se transformando em local que atraia cada vez mais alunos. Ao orgulho era adicionada emoção no desfile cívico de 7 de Setembro, com a nova e imponente banda marcial a nos conduzir vaidosos com a farda de gala.

Um episódio que vivenciei traduz um pouco daquele momento. 1978 foi ano eleitoral e resolvemos, eu e um colega, lançar a candidatura do ex-governador Seixas Dórea a senador, com o número de Avogadro (6,02 x 10 à 23a potência). Produzimos santinhos e distribuímos com os colegas, até que fomos chamados à diretoria. Em sua sala, Maria da Glória nos deu sua peculiar repreensão e, como punição, teríamos que copiar 3 vezes o extenso Hino Nacional. Ousado, comentei que seria uma boa oportunidade de aprender o hino, já que eu não o sabia de cor. Surpresa, a diretora indagou: “O senhor (era assim que nos tratava) não conhece o Hino Nacional? Então copiará 10 vezes”. E assim decorei o hino.

Na tradicional festa anual de reencontro dos ex-alunos do Atheneu deste 2011, lá estava, pela primeira vez, professora Maria da Glória. Fui até ela, agradeci pelo que me ensinou e ainda lhe pedi permissão para tirar esta foto.

Jorge Santana é ex-aluno do Atheneu Sergipense, engenheiro civil de formação pela Universidade Federal de Sergipe, atualmente é diretor executivo na empresa Infox Tecnologia da Informação.

Vem aí o 20º Encontro dos ex-alunos do Atheneu Sergipense!

Por João Quintino de Moura Filho

“Muitas pessoas ainda não têm conhecimento da homenagem que os ex-alunos do nosso querido Atheneu Sergipense prestaram, em 2011, aos nossos inesquecíveis professores. Plantamos no solo fértil do Atheneu esse monumento que expressa um dos mais nobres sentimentos do ser humano: a gratidão. O objetivo foi homenagearmos de uma só vez a todos, no momento da inauguração falei que aquela era uma homenagem singular, visto que partia de ex-alunos que já tinham passado por diversas fases na vida e muitos anos depois, voltavam ao colégio com os sentimentos de orgulho e de reconhecimento pela importância dos professores para a nossa  formação profissional e moral.

O projeto arquitetônico é do ex-aluno Rui Almeida e foi construído pelo também ex-aluno e Engenheiro Civil Arnaldo Mendonça. Quem não se esqueceu das aulas de Física deve se lembrar do famoso matemático, físico e engenheiro grego Arquimedes. Conta-se que de seu estudo sobre as alavancas Arquimedes disse: Dê-me um ponto de apoio, e moverei o mundo. Esse monumento simboliza o Atheneu Sergipense como base ou como ponto de apoio para alcançarmos e compreendermos o mundo. Otaviano Canuto, ex-aluno, que hoje ocupa o cargo de vice-presidente do Banco Mundial é um dos exemplos disso. Na placa escrevemos as seguintes frases: “Aos nossos mestres a eterna gratidão pelas inesquecíveis lições” e “Sobre uma base sólida construímos a nossa história”.” – (Texto escrito em , em 15.10.2012)

Pois bem, no próximo dia 1º dezembro, a partir das 17h, teremos mais uma oportunidade de relembrar os tempos de estudante e rever nossos professores e ex-colegas. Muitas pessoas me perguntam: Qual será a atração? Qual será a surpresa? Eu acredito que o que deve despertar mais o interesse de participar é a oportunidade de sentir a emoção do reencontro com a nossa adolescência e com a nossa própria história.

Junte sua turma e vamos lá, os ingressos começarão a ser vendidos em novembro e em breve divulgaremos mais informações.

Fotos: Edson Araújo

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Uma entrevista repleta de alegria e emoção com os ex-professores Caetano e Liomar Quaranta

WhatsApp Image 2018-09-21 at 15.40.56 (1)Falar da memória dos Colegas do Atheneu Sergipense é recordar momentos e pessoas especiais. É olhar para o passado com a saudade de um tempo honroso em que mestres eram respeitados por seus feitos em sala de aula e pelo amor a arte de lecionar.

Em uma entrevista recheada de alegria e emoção conversamos com os professores Caetano Almeida Quaranta, 85 anos e Liomar de Almeida Oliveira Quaranta, 79 anos.   A professora que mesmo após 48 anos distante das salas de aula, ainda lembra nome e sobrenome da maioria de seus alunos e fala com saudades dos anos áureos no Colégio Estadual Atheneu Sergipense.

“Lembro de muitos ex-alunos ainda e de muitas histórias, às vezes eu encontro com alguns e sou eu que os identifico. Lecionei no Atheneu durante 10 anos, entrei para substituir um excelente professor que era o Drº Lucilo da Costa Pinto, que tinha muitas ocupações por também ser médico e por isso, precisava faltar as aulas e o colégio era referência e naquela época, a Gazeta de Sergipe começou a noticiar a falta de professor todos os dias e como ele era um jornal muito respeitado, para resolver esse problema e suprir essas faltas eu comecei a trabalhar lá. Inicialmente como substituta, mas depois fui contratada, tanto eu quanto Caetano tínhamos dez turmas cada um por ano e os nossos professores, a disciplina que aplicávamos e o colégio como um todo era referência no ensino em Sergipe”, destaca.

Questionada sobre como era lecionar no Atheneu a ex-professora, com Voz emocionada relata que era honroso e razão de orgulho ter feito parte dessa história.

“Ensinar no Atheneu, primeiro era uma honra. Um colégio de tradição, renomado, respeitado que apesar de abrigar alunos de diferentes condições sociais, conseguiu se fazer muito bem representado através dos seus alunos, tanto que a maioria deles progrediu muito bem nas carreiras que escolheram e além disso, ali era um ambiente muito agradável, muito especial. Um intervalo na sala dos professores era uma coisa extraordinária, era uma troca de conhecimento e vivência de mundo. Havia muita disciplina, muito respeito aos professores, aos funcionários, os alunos respeitavam muito a todos, diferente dos dias de hoje”, pontua.

Os professores que estavam presentes em momentos importantes das transições que viveu o colégio entre os anos de 1959 e 1970 contam fatos que marcam essa história e que também marcaram suas vidas.

“Das muitas histórias que temos no colégio, lembro com muita clareza das disputas esportivas que havia entre o Atheneu que era um colégio público e o Tobias Barreto um famoso colégio particular da época, que tinha muito prestígio no esporte, diferente da gente que não tinha tanto. Mas, eu e o Caetano nos empenhamos em mostrar que o nosso colégio podia disputar de igual para igual e então com união e muita ajuda nós refizemos uniformes e motivamos os meninos a participar das competições”, recorda.

T.E.C.E.S.  Teatro de Estudantes do Colégio Estadual de Sergipe

Amante da arte do teatro, por ter vivido a experiência da atuação durante o período de estudos em Ouro Preto/MG o professor Caetano Quaranta fundou dentro do Colégio, em 1961 o T.E.C.E.S “Teatro de Estudantes do Colégio Estadual de Sergipe” com muito bom humor e a nitidez da sua memória aos 85 anos de idade, ele nos conta sobre a fundação do teatro e episódios vivenciados.

“Lá em Minas me chamaram para fazer uma peça e eu gostei, quando eu cheguei aqui reuni alguns elementos e fundei o grupo e juntos nós apresentamos muitas peças como o Auto da compadecida de Ariano Suassuna, Minha Sogra é da Polícia, e muitas outras, no T.E.C.E.S. eu era o fundador, o diretor, o maquiador e ainda atuava. Em uma das apresentações do clássico Auto da Compadecida, aconteceu algo inusitado, a gente usava ovo com tinta para simular o sangramento em uma cena que um dos personagens leva uma facada, então eu lembro que na hora dessa cena, certa vez o menino que estava interpretando virou pra mim e disse que ovo tinha caído, lembro claramente do desespero dele dizendo que não estava com o sangue e foi um auê, no final a gente resolveu sem o público perceber, mas às vezes a gente tinha uns perrengues mesmo. Mas foi uma época maravilhosa das nossas vidas”, conta entre risos.

Confira os registros guardados pelo ex-integrante do T.E.C.E.S e ex-aluno do Atheneu, João Bosco Santana de Morais, atualmente desembargador aposentado.

 

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Grupo T.EC.E.S ao final de uma apresentação. Foto: Arquivo de Bosco Morais
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Grupo T.E.C.E.S Em “Minha Sogra é da Polícia”. 12/11/1961
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Atores do T.E.C.E.S. convidados para integrar elenco da peça “Pluf, o fantasminha” no Teatro Infantil Modelo (T.I.M.) – João Bosco, Francisco Carlos e José Emídio – Foto de ex-funcionário do Banco do Brasil premiada em concurso no Rio Grande do Sul.
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Folder de divulgação da peça “O Auto da compadecida” de Ariano Suassuna (frente)
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Folder de divulgação da peça “O Auto da compadecida” de Ariano Suassuna (verso)

 

 

 

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Convite para peça “O Auto da compadecida” de Ariano Suassuna (frente)

 

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Notinha no jornal sobre apresentação do T.E.C.E.S
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Notinha no jornal sobre apresentação do T.E.C.E.S